Sinais clínicos
Os sinais clínicos variam de acordo com a localização, o grau de lesão e o tempo de evolução. Os cães podem apresentar:
- dor e claudicação,
- ataxia (andar cambaleante),
- deficiência proprioceptiva (arrastar os dedos),
- paresia ou paralisia,
- tetraparesia ou tetraplegia.
Diagnóstico
O diagnóstico é realizado por meio de exame físico e neurológico, e deve ser complementado com exames específicos de imagem, como a tomografia e a ressonância magnética.
Tratamento
O tratamento varia de acordo com o local, o tempo de lesão e os sinais clínicos e neurológicos apresentados. Muitas vezes, a lesão aguda tem sintomatologia mais grave e deve ser tratada como emergência. Lesões de hérnia de disco crônicas normalmente têm caráter menos emergencial, pois o disco comprime progressivamente a medula, que se adapta ao diâmetro menor do canal medular.
Em contrapartida, esses animais sofrem com dor crônica e podem ter uma recuperação mais lenta após o tratamento. Entretanto, em ambas as condições, o tratamento visa a descompressão pela técnica que o cirurgião achar mais pertinente para o caso clínico, de acordo com o exame neurológico e as imagens obtidas pela tomografia ou ressonância magnética (slot ventral, corpectomia, hemilaminectomia, laminectomia ou pediculectomia).
Animais que param de andar devem ser avaliados e tratados da forma correta o mais rápido possível, para aumentar as chances de recuperação. É imprescindível a avaliação de um especialista para a decisão de tratamento clínico e/ou cirúrgico.







